Uma vez ouvi no 73 que Elis Regina a rainha,disse numa bela exclamativa exaustiva de saliva:’’Não fabricam mais pessoas como antes’’.
Veio-me uma clara afirmação de confirmação,dentro do meu intelecto sem falar do objeto direto,algo que já tinha pensado antes,já faz um tempo nem eu me lembro;mas ela esclareceu tudo numa frase num olhar de luar.
Parece ser que num belo aparecer de nossa exploração tecnológica,minha,vossa, gentileza na grandeza portuguesa da língua excreta,já não nos dava a beleza de riqueza na pronuncia de gratificação ao próximo nem ao longevo do lado esquerdo da mão,que
é nosso claro irmão.
Parece ser que o homem não consegue viver na prolongação do tempo com um avanço ideológico.
Regredimos ‘’espiritualmente’’assim podemos falar numa clara providencia divina,mas regredimos moralmente,a tecnologia alcança o ápice momentâneo,e instantaneamente afrouxa-se o cinturão que conduz o papel principal da educação moral.
Será que numa clara utopia de vida possamos,amarmos respeitarmo-nos com tecnologia.
Se no 73 Elis Regina já o dizia,hoje que nos resta de moradia,o capitalismo constante e agonizante;ou ate mesmo em varias sociedades uma ditadura que é dura de roer,faz num claro prazer de fazer o próximo desaparecer,se as nossas religiosidades elas mesmo excluem ao cidadão(como base esta religião tinha que ser a mão que conduz a tudo que traduz)que ficara para lembrar nesta sociedade totalmente bipolar.
O 4º,Quarto Escuro
sábado, 11 de setembro de 2010
Não Sermos Opacos
Todos nos mostramos,em certa parte de nossas vidas,formas de sermos opacos aos outros,desmistificar o nosso próprio ser é ser caridoso grato no próprio Crato.
Achamos solenemente que temos algo transcendental e que só nos conseguimos ter,nesta clara ara de ação impositiva ativa ao egoísmo viramos opacos.
Achamos que o outro ser nunca terá a nossa própria ‘’lucidez’’então quando coagimos com o outro individuo,nos encerramos em ramos obscuros,não conseguimos abrir espaços para:conversas,projetos,gratificação,ação de bondade e saudade.
Temos que amar,vivemos ‘’EMOS’’ a toda sociedade,como seres civilizados claramente teríamos que ter amor entre nossos companheiros amigos e desconhecidos,ate mesmo os idos no acaso.
Sempre abrirmos espaços para conversas,essas ainda bem que sempre vem no nosso florífero instinto latino,a qualquer em diversos lugares,nãos ser vitatório,muitas vezes não queres ser notório,não é bom,mas tente conversa papo no ar faz bem para camada de ozônio,coloque o tema aleatória a qualquer hora
.
Achamos solenemente que temos algo transcendental e que só nos conseguimos ter,nesta clara ara de ação impositiva ativa ao egoísmo viramos opacos.
Achamos que o outro ser nunca terá a nossa própria ‘’lucidez’’então quando coagimos com o outro individuo,nos encerramos em ramos obscuros,não conseguimos abrir espaços para:conversas,projetos,gratificação,ação de bondade e saudade.
Temos que amar,vivemos ‘’EMOS’’ a toda sociedade,como seres civilizados claramente teríamos que ter amor entre nossos companheiros amigos e desconhecidos,ate mesmo os idos no acaso.
Sempre abrirmos espaços para conversas,essas ainda bem que sempre vem no nosso florífero instinto latino,a qualquer em diversos lugares,nãos ser vitatório,muitas vezes não queres ser notório,não é bom,mas tente conversa papo no ar faz bem para camada de ozônio,coloque o tema aleatória a qualquer hora
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